Assassinas

MÃE E MADRASTA DA CRIANÇA ESPANCADA ATÉ A MORTE FORAM PRESAS NO INTERIOR DE MATO GROSSO

Elas estavam de malas prontas para deixar a cidade

28/11/2019 08:10:00
Reprodução

   A acusada Fabíola Pinheiro Bracelar, de 22 anos, madrasta do menino de 3 anos, Davi Gustavo Marques Souza, morto na última terça-feira (26), em Nova Marilândia (252 km de Cuiabá), confessou ter espancado a criança para “educá-la”. A declaração foi dada em depoimento ao delegado responsável pelo caso Marcelo Henrique Maidame, da Polícia Civil. “A Fabíola afirmou que espancou a criança para educá-la e que por diversas vezes o menino era teimoso. Já a mãe disse que não sabia de agressões. No entanto, testemunhas relatam outras coisas ocorridas e que ambas agrediam a criança”, disse.

   A Polícia Civil também constatou que o laudo médico apontou que Davi foi violentamente espancado e teve fraturas no fêmur e outras partes do corpo. Algumas fotos foram tiradas pelo pai do menino que trouxe o menino para atendimento em Cuiabá. Ele disse também que tentou várias vezes ter a guarda da criança, mas sempre foi negado pela justiça.   

   A mãe Luana Marques Fernandes, 25 anos, e sua companheira foram presas suspeitas de matar o menino Davi. Consta no boletim de ocorrências que Davi teve fêmur e costelas quebradas depois de ser atropelado pela madrasta.

   Depois do ocorrido, a mãe e a madrasta teriam relatado que o menino caiu no futebol e, depois ao andar de bicicleta. A Polícia Militar foi acionada pelo secretário de Saúde da cidade, quando a criança foi deixada no Pronto Atendimento com diversos hematomas no corpo, já sem vida.

   Ele foi deixado pela madrasta na unidade. Com a suspeita, os militares localizaram mãe e namorada já com malas e mochilas prontas.

   Luana e Fabíola têm outras duas crianças sob seus cuidados,  essas foram entregues aos respectivos familiares.

 


Redação
Fonte: Folhamax



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